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Porto de Cabedelo lança em fevereiro edital de chamamento para parcerias público-privadas

A delimitação da poligonal do Porto de Cabedelo foi fruto de negociações feitas pela Docas com o deputado federal Wilson Filho

O deputado Wilson Filho disse que, com a delimitação geográfica, o Porto de Cabedelo pode receber uma parceria público-privada. (Foto: Reprodução)

O Porto de Cabedelo lançará no mês de fevereiro um chamamento público para selecionar projetos para aproveitamento da área após a regularização da expansão através de um decreto do Governo Federal. De acordo com a diretora-presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo, o chamamento público para uma parceria público-privada vai permitir a ampliação de investimentos no Porto.

Toda a área do Porto de Cabedelo foi delimitada com o decreto. A intenção é construir dois novos berços com 600 metros de cais para atracação de navios e um terminal de múltiplos usos (TMU). A construção do terminal irá duplicar a estrutura portuária com uma área de 100 mil metros quadrados e permitirá a movimentação de contêineres.

“É praticamente a duplicação do Porto de Cabedelo com possibilidade de ampliação de áreas”, comemorou Gilmara Temóteo em entrevista ao ClickPB. O edital de chamamento público deve ser divulgado no site do Porto de Cabedelo já no mês de fevereiro. Logo em seguida seguem os trâmites normais e o melhor projeto deve ser escolhido.

A delimitação da poligonal do Porto de Cabedelo foi fruto de negociações feitas pela Docas com o deputado federal Wilson Filho. Agora, a parceria público-privada buscada vai permitir o investimento de R$ 400 milhões no Porto de Cabedelo.

“O Porto de Cabedelo, desde que foi criado, nunca poderia receber uma parceria público-privada, porque o Porto de Cabedelo nunca teve a sua área geográfica delimitada, ninguém sabia onde começava e onde terminava, e nós conseguimos o documento necessário”, disse Wilson Filho.

Além da ampliação da área do Porto de Cabedelo, Gilmara Temóteo adiantou que outros projetos poderão também aparecer posteriormente.

“Outra situação que a gente está buscando é a conclusão da dragagem do canal de acesso. Já que não conseguimos recurso do governo federal, vamos buscar essa parceria”, afirmou a diretora-presidente da Docas.

ClickPB/BlitzParaiba

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